Você teve a glória de cantar para o grande Marcello Mastroinani!
Quantas pessoas no Mundo podem dizer isto?
Como é bom ver estas evocações serem registradas.
E você o faz com a simplicidade e competência de grande cronista.
Parece que estava a ler um romance. Grandes memórias!!!
Afixado por Debora Santos em fevereiro 25, 2005 06:26 PMO que dizer? Penso que vou repetir-me mas não resisto:
Você tem uma forma de escrever que CATIVA mesmo as pessoas que a lêm. Até temos pena de que o texto tenha acabado.
Um abração do
Zecatelhado
Querida Valéria amiga do coração,
Para mim é uma honra. Pode escolher.
Quero é ouvi-la ao vivo a cantar esse dito poema.
FICA COMBINADO.
Está tudo bem consigo?
Por aqui está tudo bem graças a Deus.
Volte sempre. Beijinhos e abraços.
AMIGA SEMPRE
Maria Manuela Silva (ALUENA)
Vim só para lhe dar os parabens pela magnifica letra sua em homenagem à Palestina, que li numa crónica sua de 5 de Novembro, neste blog. A envolvencia da historia, a sua descrição emocionaram-me.
Gostei também desta sua historia de vida sobre a Condessa, e o seu encontro com Mastroianni me fez roer de inveja.
hey voces perem la que a vedeta dulce pontes tambem cantou para o grande marcello!!!!!! a Brisa do coraçao foi a banda sonora do ultimo filme que o Sr. fez..... ganda pinta, hein??
só espero q o sr n tenha falecido pouco depois por a ter ouvido...... senao, coitado do Sting, tá pa breve....
Parabéns, você tem talento. Este texto é uma magnífica colecção de patranhas!
Afixado por caznocrat em março 9, 2005 12:41 AMLamento ter escrito o último comentário. Foi a 1ª coisa que li neste blog, e não conhecia a autora. Passei os últimos minutos a ler os arquivos, e reconheço que errei ao duvidar de si.
Quem me manda a mim ser precipitado? Não nos devemos fiar nas primeiras impressões.
P.S. A Valéria não tem obra gravada? Onde posso ouvir os seus fados?
Graças a Deus, ainda há pessoas como a Valéria, genuínas, sem cinismos.
Há muito tempo que não me emocionava tanto.
Um grande BEM HAJA.
Um conto de fadas esta história...que a vida não pode ter só chatices...parabéns Valéria pela partilha desta memória...
Morfeu