Comentários: CARLOS PAREDES

Mais uma baixa no panorama sóciocultural Lusitano.
Estamos a ficar mais pobres, económica e culturalmente.

Afixado por jgonçalves em julho 23, 2004 10:18 PM

Belo artigo, como sempre.

É bom que estejas de volta, MUITO BOM.


Um abração do
Zecatelhado

Afixado por Zecatelhado em julho 23, 2004 10:43 PM

Valéria...tu voltaste??? Já estás em Portugal? Vou dizer aqui à vizinha....

Afixado por blueshell em julho 24, 2004 09:41 AM

Valéria, a BLUESHELL disse que tinhas regrassado...é verdade? Abraço, WB

Afixado por whiteball em julho 24, 2004 09:42 AM

Venho agradecer a visita que fez ao meu canto. O seu comentário é deveras uma honra para mim, mas eu não sou pessoa de letras, não sei escrever. Às vezes tenho a ousadia de deixar passar o que me vai na alma, embora poucas vezes me atreva a tal ousadia.
Costumo visitar este seu espaço, que tanto prazer me dá, viajo consigo enquanto a leio. Não costumo deixar comentários, porque como já disse, não sei escrever e sinto-me mt pequenina para julgar tão grandes artistas.
Ontem perdemos mais um deles, mas as pessoas de quem mais apoio estes artistas deveriam ter, não se prestam a fazer as homenagens devidas em vida, porque dos vivos não reza a historia! É a realidade que temos.
Mais uma vez lhe agradeço. Um bem haja para si.

Afixado por Micas em julho 24, 2004 12:30 PM

´Morreu um génio no dia em que supostamente nasceu outro. Duas vidas que se tocaram tanto...

Afixado por Francisco Curate em julho 24, 2004 04:12 PM

Morreu o homem ficou a sua música...

Um abraço,
Francisco Nunes

Afixado por Planície Heróica em julho 24, 2004 04:27 PM

Em homenagem aquele que tocou a Alma Portuguesa - I
Sintra . um verão algures nos finais dos anos 70 . Guiado pela mão materna entro no ambiente sereno e silencioso da biblioteca. Paro fascinado pelos móveis solenes e pela imensidão de lombadas. Há mais gente hoje do que é costume !– diz a voz que me guia para um salão disposto em plateia improvisada. Ao fundo uma cadeira, um microfone e mais nada . Entra um senhor, aspecto de professor louco. Traz na mão uma guitarra de forma estranha.
Guitarra Portuguesa – sussurram de uma das filas traseiras . Um chiu abafado vem do lado esquerdo ..
Subitamente como alimentado por uma força que não entendo, o homem da guitarra começa a tocar. A vibração das cordas toca em algo que faz o homem contorcersse, inclinar-se sobre o instrumento. O riso de criança dos primeiros minutos perante aquela figura algo cómica é emudecido pelos sons que ecoam altíssimos pela sala da biblioteca. Naquele momento, coisas começaram a fazer sentido, as histórias de Cruzados e Mouros, Caravelas atravessando oceanos ,olhar o nevoeiro por um D.Sebastião que nos salve ,ganham um significado sonoro . Naquele dia comecei a aprender a ser Português.
Afixado por M Correia em julho 24, 2004 01:26 AM

Afixado por Amália em julho 24, 2004 04:38 PM

A ti deixo um beijo, à Carlos Paredes rosas brancas.

Afixado por Andréa Motta em julho 25, 2004 01:09 AM

Nossa, que bom que você voltou! Senti muita falta de ler suas escritas!
Obrigada por ter ido ao meu blog!
Beijos!*^^*

Afixado por Carina em julho 25, 2004 02:54 AM

Um chá com Amalia... Outro com Paredes... UAU
E qual era a música do mestre?

RESPOSTA DE VALERIA MENDEZ-
A musica era uma chamada FADO MOLICEIRO, que o PAREDES havia composto nos anos setenta, e que está cantada com uns versos de Ary dos Santos, e no meu caso, por uns versos que eu propria fiz, para cantar nesse referido programa da TV Regional.
Um abraço

Afixado por mago em agosto 3, 2004 01:40 PM