Lindo! O dom da voz e da escrita num perfeito casamento. A servir o expressar de sensações, pensamentos e sentimentos, como forma de o passar e o despertar de consciências. Fado enfim!
beijos e sorriso
grande pequeno poema!
Afixado por ada em janeiro 10, 2009 07:11 PMPena que nunca a ouvi cantar este fado.Ja vi a Valeria cantar na SIC e na RTP e tambem ao vivo no Casino Park e no Savoy no tempo do saudoso Tony Cruz,mas este soberbo poema nâo me lembro de o ter escutado.E porque deixou os palcos? Olhe que muita gente ia de proposito vê_ la quando se sabia que a Valeria ia cantar neste ou naquele hotel.Ainda me lembro daquelas autenticas aulas de Fado que você dava no Casino Park explicando o que ia cantar em 3 ou 4 linguas.Belos tempos! Abraço de saudade dum madeirense actualmente a trabalhar no Porto. Pedro Ornelas
Afixado por Pedro Ornelas em janeiro 10, 2009 11:02 PMum exemplo perfeito daquilo a que os franceses chamam de chanson engagée na mais pura linha dum Boris Vian ou dum Moustaki.
Afixado por beatriz em janeiro 11, 2009 02:05 PMEstive a navegar no google e encontrei uma noticia do DN em 2004 que me deixou boquiaberto pois o artigo refere que você actuou no Festival de BALBECK no Libano e que por lá já passaram nomes como MASSIVE ATTACK, a propria AMALIA, a enorme ELLA FITZGERALD,etc.Pergunto agora-MAS QUE RAIO DE GESTORES CULTURAIS HÁ NA MADEIRA QUE IGNORARAM A VALERIA MENDES NESTES ANOS TODOS?
Afixado por Luis Sá em janeiro 13, 2009 02:57 AMValéria.Não gosto nada de a ver derrotista. Quero continuar a vê-la lutar pela causa palestiniana.Vá, força aí!Ainda tem muito para dar, para cantar e para lutar. E quando vier ao continente cantar quero ir vê-la !Um abraço.
Afixado por Jorge Zeno em janeiro 14, 2009 11:18 PMSem duvida... Muitos anos, muitas lutas, muitos gritos, e está tudo igual ou pior...
http://reservahoteisbaratos.blogspot.com
Ja li estes versos e penso que sao tao profundos que imagino como ficavam na voz da Amalia.
Afixado por Debora Santos em janeiro 18, 2009 01:32 PMGrande Valéria.
Aquele @bração do
Zecatelhado
Lamentavelmente há poderosos interesses que alimentam o ódio.
Confissão de um terrorista!
Mahmoud Darwich (1941-2008)
"Ocuparam minha pátria
expulsaram meu povo
anularam minha identidade
e me chamaram de terrorista
Confiscaram minha propriedade
arrancaram meu pomar
demoliram minha casa
e me chamaram de terrorista
Legislaram leis fascistas
praticaram odiado apartheid
destruíram, dividiram, humilharam
e me chamaram de terrorista
Assassinaram minhas alegrias,
seqüestraram minhas esperanças,
algemaram meus sonhos,
quando recusei todas as barbáries
Eles... mataram um terrorista! "
Mahmoud Darwish, poeta palestino, testemunhou a destruição de sua aldeia, Al Birweh, durante a implantação do Estado de Israel em 1948.
Infelizmente não ouvi a canção.
Nunca ouvi a Valeria actuar mas posso dizer que tem uma enorme sensibilidade e um poder de sintese poetico muito interessante
Afixado por Maria J Tavora em janeiro 22, 2009 01:20 AMtenho muito respeito por si mas acho que essa cambada de terroristas do hamas etc devia eram ser exterminados
Afixado por menezes em janeiro 30, 2009 12:34 AMtenho muito respeito por si mas acho que essa cambada de terroristas do hamas etc devia eram ser exterminados
Afixado por menezes em janeiro 30, 2009 12:36 AMValeria, valente! Tem de cantar esta letra pela Palestina, essa vítima maior do terrorismo israelita! PALESTINA FREE!
Afixado por Okawa Ryuko em fevereiro 8, 2009 03:35 PM