Cronica bem estruturada e melhor fundamentada
Afixado por Antonio Pires da Fonseca em outubro 17, 2005 12:28 AMOlá amiga. Venho agradecer-lhe por ter assinado a petição que coloquei online, contribuindo assim para que possamos tentar mudar a actual Lei Eleitoral. Com um abraço do Raul
Afixado por congeminações em outubro 19, 2005 05:05 PMrealmente quando analisamos o reportorio gravado e de palco das novas fadistas,chegamos a conclusao de que sao autenticas compilacoes do reportorio gravado da Amalia.
Afixado por luis em outubro 20, 2005 06:32 PMBelo texto com o qual concordo plenamente.
Uma boa semana pata si.
Aquele @bração do
Zecatelhado
Ao longo dos últimos vinte anos tenho defendido as ideias que aqui assinala. Não só os poemas mas também a utilização de outros instrumentos como violino, acordeão, saxofone, flauta, desde que que sejam integrados por gente com que sabe o que faz, e desde que se mantenha a guitarra e a viola.
Afixado por Valentim Filipe em novembro 7, 2005 12:39 PMValéria,
Sou brasileiro, e desde criança adoro o fado. Achei muito interessante sua análise sobre as dissonâncias do fado, e muito bem lembrado o caso Piazzola e Tom Jobim. Na realidade, a bossa nova não é um samba apenas com swing, mas trouxe novas informações, eu diria, até sociológicas, para a música brasileira, como você bem sabe, é uma música que fala da gente da zona sul, classe média, enquanto o samba era a voz do morro, onde moram as classes de renda baixa. Então, a bossa nova (leia-se Jobim), veio contribuir muito mais com novos elementos sociológicos, do que propriamente artísticos musicais. Mas, o mais importante é que a música de Jobim é Jobim, não tem comparação com outro artista. Aqui, em outros tempos, discutia-se se as dissonâncias da múica de Jobim seria ou não uma invenção brasileira. Imagine se tem sentido essa discussão? Os puristas acusavam que a dissonância jobiniana já se encontrava na música norte-americana. Uma grande perda de tempo, o que o nosso grande maestro Tom Jobim fez, foi além disso, foi criar uma musicalidade nacional. Acho que tínhamos inveja do fado, por isso criamos a bossa nova. Na minha visão de brasileiro, nunca sei se o fado é português ou se Portugal é que se fez em fado, tamanha a identificação dessa música extraordinária, com seu povo, suas casas, suas ruas. Não há música no mundo que emocione mais do que o fado. Eu confesso que não sei fazer distinção entre os vários ritmos e estilos da música portuguêsa, quando estou me referindo ao fado, estou falando ao mesmo tempo de "Lisboa Antiga" e "Casa Portuguêsa", é claro que sei que são estilos tão diferentes, mas eu sinto o fado em todo o cantar do povo português.
Um dia, conheci pela Internet uma bela poesia de um poeta português, extraordinário, José-Augusto de Carvalho. Sou músico, e gostei tanto do poema dele que compus um tema instrumental para sua poesia "Agora". Mostrei a ele na ocasião, e fiz uma página para essa poesia e o meu tema musical. Acho que essa composição, "Onde Será o Alentejo?" é uma música brasileira, afinal eu sou brasileiro, mas gostaria muito de saber de você, Valéria, se posso chamar essa minha canção de fado. É um tema musical muito simples, mas fiz na intencão que ela tivesse a alma de Portugal, de tanto que gosto da música desse povo. Para conhecê-la, visite a página abaixo:
www.umcaminho.rg3.net
Gostei muito do seu blog, dos comentários dos internautas, vou voltar sempre.
Um abraço,
Ivan Siqueira
expecta@uol.com.br
Afixado por Ivan Siqueira em dezembro 2, 2005 02:56 PM