Pois é! Vivemos com tanta coisa inexplicável e, contudo, habitualmente presumimos ter para tudo uma explicação científica... Quem nos dera que o nosso saber fosse pelo menos tanto quanto a nossa presunção. Só o sábio aceita a sua condição de ignorante e tem a humildade suficiente para aceitar também aquilo que é, mesmo que inexplicável.
Não sei se é o sonho que comanda a vida ou o inverso; pouco importa. Para que a vida tenha cor,importa vivenciar situações limite como a descrita e ter a coragem de partilhá-la.
É por estas e por outras que, de facto, a admiro.
O êxtase e a leve sonolência, provocados pela maravilha do lugar e pelos fulgores do dia, associados ao tal banho relaxante ou até inebriante, podem afinal não ser a justificação para os tais odores.
Afixado por jgonçalves em setembro 30, 2005 11:16 AMPrimeiro tenho de te agradecer o cha que tomei em tua casa, que amavel foste em convidar-me.
Depois quero dizer que ca estou em londres de novo para mais um longo ano de trabalho...e como ja sabia desta historia pois ma contaste, apenas te desejo muita saude e sorte, e ca estou desejando ler mais cronicas da tua rica vida.
beijos
desde Londres
Debora
Cada post escrito por si representa mais uma página
do livro da sua vida descrito com um entusiasmo invejável. Grato pela sua visita com um abraço do Raul
Bom dia.
As nossas mentes são um turbilhão de casos complexos e indecifráveis. E quem não terá uma história semelhante para contar? Não com tanta beleza textual, pois parece que a estou a companhar na narrativa pela deambulação de todos os compartimentos do Castello. Tanto, que até a mim me pareceu ouvir a voz de Ornella.
"Afinal, quando lemos um livro, se o autor tiver o talento necessário, conseguimos imaginar pela narração, paisagens e quadros de vida, com uma nitidez impressionante."
Você tem razão, graças à sua magistral crônica, transportei-me ao Castelo, vi e senti o que você narrou.
Adorei a sua história, Valéria! Fez-me recordar aquelas curas que a minha falecida avó da Ilha da Madeira fazia com alecrim queimado, cujas cinzas eram depois atiradas a uma das nossas levadas.
Beijinhos!
Flávio
Afixado por Flávio em outubro 3, 2005 02:42 PMDeliciei-me com esta história, com mais esta memória a juntar à sua vida repleta de vivências intensas. O domínio da narrativa aliado a uma criatividade invulgar, tornam muito apetecível a leitura dos seus textos e reproduzem com clareza esses momentos.
Um beijo
Cara Valéria, venho saudá-la neste meu regresso após as férias, esperando que esteja tudo bem consigo, e deixar-lhe o meu abraço e admiração. Pássaro Distante
Afixado por Passaro Distante em outubro 4, 2005 02:57 PME que tal começar a pensar em publicar umas coisas? Mais uma vez digo: Você tem um talento inato para cativar os leitores e escreve lindamente.
Fico à espera de mais coisas.
Aquele abração do
Zecatelhado
bem estruturado na imaginação.
Afixado por hammer em outubro 10, 2005 09:44 AMBela história Valéria!
Afixado por amnésia em outubro 13, 2005 02:49 PM