A COMPANHIA NACIONAL DE MUSICA acaba de editar na sua colecção PATRIMÓNIO um album histórico da grande AMÁLIA: a sua estreia gravada no célebre Teatro Olympia de Paris, no tempo em que o Olympia era a chancela europeia da qualidade absoluta no domínio do espectáculo.
O libretto do album inclui um texto de minha autoria, amável convite da direcção da COMPANHIA NACIONAL DE MUSICA.
Uma sugestão para ouvir nestas férias de Verão.
Ora aí está algo que vale realmente a pena...**
Afixado por: Egrégora em julho 22, 2008 02:17 AMPor várias razões, muito me alegra este seu post!...
Tem-me feito falta a sua companhia na net, mas espero tê-la de volta um dia. Como vê, continuo, quase que diariamente, a verificar o seu blog...e, sempre que dá sinais de vida, renasce a esperança do seu regresso às lides bloguísticas. Um dia destes vai acontecer, eu sei!
Abraço que engloba toda essa magnífica Ilha.
OP
Cara Valéria,
Aqui está um blogue muito interessante e didáctico. Também eu gosto muito de fado (embora não passe de um ignorante no que ao mesmo diz respeito) e, em particular, da Amália Rodrigues. Possuo quase todos os álbuns da diva e o meu preferido (se é que é possível escolher!) é o álbum de 1970, "Com que Voz". É das coisas mais belas e comoventes que já ouvi (e eu tenho alguns milhares de álbuns de músicos de todo o mundo).
Concordo consigo nas críticas musicais que tece à Mariza, mas penso que actualmente está a descolar-se da Amália e tem ganho com isso. Custou-me particularmente que ela e o Carlos do Carmo (não percebo como é que um fadista do seu estatuto alinhou em tal fantochada), que eram consultores do Saura, tenham obliterado filme a concorrência directa da Mariza e que a única gravação da Amália presente não pertencesse aos seus tempos aúreos (certamente, para não ofuscar a Mariza)
Actualmente, acompanho particularmente a carreira da Mísia, da Cristina Branco (que homanegeou a Amália de uma forma que a Mariza não seria capaz: cantando os seus temas, mas introduzindo pequenas alterações na forma de cantar, que simultaneamente respeitavam e inovavam os originais), da Aldina Duarte (Marceneiro no feminino, não acha?), a Joana Amendoeira (que resistiu a ser mais uma "amaliana"), do Camané (a melhor voz masculina da actualidade) e do Ricardo Ribeiro (este último acaba de lançar um CD interessantíssimo em parceria com o libanês Rabih Abou-Khalil), mas ouço regularmente os mais antigos: a Argentina Santos (adorei vê-la e ouvi-la ao vivo), a Celeste Rodrigues, a Beatriz da Conceição (magnífica), a Hermínia Silva, a Lucília do Carmo, a Maria Teresa de Noronha e o Alfredo Marceneiro.
Para terminar, resta-me dizer que continuarei a seguir este blogue.
Cumprimentos,
Carlos Azevedo
onde anda? dê notícias!!!!!
grande abraço
tiago
Afixado por: tiago em outubro 13, 2008 07:15 PMCara Valeria,
Com um abraco deste sempre amigo, em Toronto.
Afixado por: Joao A. Vieira em novembro 1, 2008 09:28 PMOlá Valéria, tenho uma questão. Eu fiz uma brincadeira no meu blog com um texto do SADANGEL. Por acaso não sabes nada dele e se sim, podes dar-lhe esta dica?
Saudações alienígenas
Afixado por: Alien em abril 6, 2009 03:14 PM