O Dr. Jaime Gama, um dos poucos distintos do PS ainda no activo, veio à Madeira, e verdade seja dita, lançou publicamente os maiores elogios a Alberto João Jardim. Até aí, tudo bem. Mudar de ideias foi sempre sinal de amadurecimento e de inteligencia. Se assim não fosse, ainda estariamos na Guerra Fria e com um ainda pior ditadorzeco chinês, infléxivel, qual Mao do século XXI. O que me dá imensa vontade de rir, é a reacção dos "socratesinhos" madeirenses, alguns dos quais sem capacidades de se exprimirem num português mediano, todos ofendidos com Jaime Gama, todos revoltados com tamanha "heresia" de tão distinta figura do PS. Acontece que, na verdade, ( e eu tenho costas largas para afirmar o que afirmo!) qualquer pessoa, minimamente inteligente, já percebeu, ao fim destes anos todos, que o Dr. Alberto João, veio para a Política, não para se servir, mas para servir os madeirenses. E falar de deficit democrático na Madeira, sobretudo na actualidade, é para lá de todo o bom senso, tendo em atenção que, foi o governo socialista de Sócrates, que despediu um funcionário por falar mal do governo e mandou identificar professores do ensino secundário, numa manifestação publica em Lisboa.
QUE DIZER ENTÃO DESTE DEFICIT DEMOCRÁTICO?
Ora façam-me lá o favor!!!
Como diria a incontornável Maria de Lurdes: 'socratezecos'.
Um abraço,
Francisco Nunes
Olá querida amiga,
Há quanto tempo ...
Deixo aqui um RECADINHO que me enviaram e faço questão de estregar do nosso amigos do Blog "Sete Ofícios".
Amiga,
Retribuindo o seu carinho e pedindo que reencaminhe o "Fado do Longo Abraço", da minha modesta autoria, para a nossa amiga Valéria Mendez Fadista.
F. Fado do Longo Abraço (27.03.2008)
Dá-me apertado, demorado e terno abraço,
Sente este traço duma lágrima caída
Fazendo eco no calor do teu regaço
Ao libertar-se da tensão da despedida.
Cabelos mouros, misturados, descaídos
Por nossos rostos: posição horizontal
Dum "corpo a corpo" respeitando-nos vestidos
E na nobreza de amigos sem igual.
"Horas a fio" nessa mesma posição
Vi teu semblante alagado de tristeza
Porque tu viste este meu triste coração
Mas não quiseste alterar tal natureza.
Estava frio nessa noite de Lisboa
Nem ajudava uma solidão dormente.
Ai quem me dera viver tanta coisa boa
E abraçar-te, apertar-te, simplesmente…
Passaram-se anos e os muitos desenganos
Que nossas vidas teimaram por experimentar,
Mesmo sabendo que provocariam danos…
O maior deles foi não te poder amar…
Não fica bem trazer a esperança neste Fado
E, muito menos, colorir qualquer futuro,
Bastar-me-á sentir teu corpo encostado
E afagando rosto amigo em apuro.
Quarenta anos d' ausência de sintonia
Foram castigo, calado serenamente.
Por tal não quero outros tantos de agonia,
Apenas poder viver-te neste presente.
Não digas nada, nem te afastes deste peito
Desamparado, pela vida, sem guarida.
Dá longo abraço, apertado, ao teu jeito.
Pelo raiar serei ausente, de partida.
Abraços da sempre amiga
ALUENA
Boa noite, querida Valéria! Em Maio vou visitar Nova Iorque e vinha perguntar-lhe se conhece a cidade e o que me pode sugerir.
Afixado por: Flavio em abril 16, 2008 10:26 PMhmmm...mb its true ,
Afixado por: name em julho 27, 2008 07:41 PM