janeiro 16, 2004

De regresso...

De regresso dumas férias repousadas por terras sul-americanas,encontrei de novo os meus amigos da net, fiquei encantada com o numero de mensagens,inquirindo um "...Que é feito de si?",e subitamente, minha alma fez-me sentir de novo, a alegria que é saber-nos acompanhada,mesmo que à distância. Estas novas tecnologias ,deveriam mesmo servir também para isso: Aproximar o ser humano. Estou soberanamente agradecida a todos quantos se dão ao trabalho de ler as minhas crónicas.Amanhã mesmo surgirão outras,sempre fruto das minhas vivências e dos meus pensamentos. Regressei a este meu País,e deparei-me também com esse sentimento de tristeza que inunda a nossa alma colectiva.Portugal não está a passar por um bom momento.É a crise económica, a falta de auto-estima...e agora mais uma nova triste "saga" nos Açores. É verdade que todos esses abusos às nossas crianças devem ser reprimidos e punidos. Que não o sejam à custa da "falsa " justiça,para "inglês ver".Que se faça justiça e depressa,para ver se Portugal retoma a sua energia e a sua alegria de viver.Que sejam punidos de igual forma,e com a mesma dureza, todos quantos oportunisticamente,por vingançazinhas pessoais ou "brincadeira de mau gosto", envolvem figuras incontornáveis como Sua Excia o Presidente da Republica,num lamaçal ignóbil e abjecto.Termino porém com um grito: Que Justiça é esta, que tem a coragem de colocar apenso a processos de tamanha importância,uma carta anónima?

Publicado por Valéria Mendez em janeiro 16, 2004 06:06 PM
Comentários

Antes de mais, seja bem vinda. Tenha calma, não começe já a indignar-se que ainda agora chegou.
Respire fundo e...tome balanço.

Um abração do
Zecatelhado

Afixado por: Zecatelhado em janeiro 16, 2004 06:32 PM

Também eu estive fora. Foi breve a minha estadia em terras muçulmanas. Mas o breve que foi não se nota no tanto que pareceu. À chegada. Sinto-me confuso com o regresso. Parece-me sempre, como a palavra o acentua, voltar para trás. Mas noutra frente. Frente enevoada pelo que trouxemos na bagagem. Na memória. No tempo que não correu. No mundo que não existiu para nós. Para mim. Pelo menos. Só o momento. O dia. A hora. Não a segunda ou terça-feira. Não o domingo. Ou o que fosse. Só o sol a passar.
Quando se volta... está tudo à volta!!!
Mil abraços. Brindo o seu regresso.
P.

Afixado por: O Prusidente da Junta em janeiro 25, 2004 03:41 PM